terça-feira, 29 de julho de 2008

Melhor do Planeta

Fico um ano sem ver um, vejo outros só nas férias ou no único fim de semana que corro pro interior, moro na mesma cidade de alguns e ainda assim custo a vê-los. E no reencontro, a intimidade e companheirismo de quem parece que se viu há cinco minutos me fazem ter a deliciosa sensação de estar em casa. As zuações mais patetas, as risadas mais bestas, as idéias mais palhaças e um tempo enorme pra contar como cada um tá, as mazelas, as vitórias, os amores, os erros, as amenidades e os sonhos. A coisa boa é que o sonho de um é abraçado por todos. A gente sonha junto porque foi a mesma pessoa que nos fez sonhar assim, e determinou, lá bem antes da fundação do mundo que seríamos amigos mais chegados que irmãos. E sabemos também que não importa quanto tempo vai demorar para que dias como ontem se repitam, mas a gente se preocupa não. A gente espera, apesar da vontade de um nunca mais se soltar do outro. Agora cada um retoma sua vida, rotina, cidade e eu volto pra capital com a convicção de que minha casa são meus amigos, aqui ou em qualquer lugar do mundo.

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