Te quero nessa primavera. Quero que você roube uma flor amarela e coloque nos meus cabelos e diga que sou mais bonita que as flores que você já viu. É claro que eu não vou acreditar e vou rir dos exageros que a gente diz quando está apaixonado.
Quando o verão chegar, te aguardo também. Vai ser o sangue quente que dilata as veias e avermelha as maçãs do rosto junto com o ar morno da estação que dá vontade de se refrescar na cachoeira que já imaginei pra nós.
Depois, no outono, te espero. E aí não serão mais as flores e nem a temperatura alta. E você vai dizer que sou o jardim que enfeita sua vida, que era seca antes de me conhecer. Eu vou rir da pieguice. Porque você sabe, amor é cafona mesmo. E apesar do exagero e cafonice vou achar a coisa mais linda do mundo seu jeitinho romântico de bom moço.
O inverno vem, e te anseio. Anseio porque é a época em que me perco no frio, mas quero me abrigar no teu abraço. E anseio que você venha e arranque meu cachecol, luvas e gorro, pra colocar de novo flores no meu cabelo e me esquentar com sangue quente que não esfria apesar das estações.
Quando o verão chegar, te aguardo também. Vai ser o sangue quente que dilata as veias e avermelha as maçãs do rosto junto com o ar morno da estação que dá vontade de se refrescar na cachoeira que já imaginei pra nós.
Depois, no outono, te espero. E aí não serão mais as flores e nem a temperatura alta. E você vai dizer que sou o jardim que enfeita sua vida, que era seca antes de me conhecer. Eu vou rir da pieguice. Porque você sabe, amor é cafona mesmo. E apesar do exagero e cafonice vou achar a coisa mais linda do mundo seu jeitinho romântico de bom moço.
O inverno vem, e te anseio. Anseio porque é a época em que me perco no frio, mas quero me abrigar no teu abraço. E anseio que você venha e arranque meu cachecol, luvas e gorro, pra colocar de novo flores no meu cabelo e me esquentar com sangue quente que não esfria apesar das estações.